
Retórica vazia não pode salvar você do seu pecado: uma crítica a Keller, Hill, Allberry e Sprinkle
A atração pelo pecado é neutra? Com Mateus 5 e Tiago 1, Jared Moore responde a Keller, Hill, Allberry e Sprinkle: a cobiça é pecado desde a raiz.
Nota do editor: O artigo entra no debate sobre a "atração pelo mesmo sexo" e a concupiscência, que chegou ao Brasil por meio de autores como Allberry e Sprinkle. A posição do autor coincide com a da Confissão de Westminster (VI.5): a corrupção da natureza e todos os seus impulsos são verdadeira e propriamente pecado.
Segundo Agostinho, apenas os pelagianos ensinavam que "o desejo de pecar não é pecado nem algo mau, embora se cometa uma ação má quando se consente com a sua persuasão".¹ Filipe Melanchthon, sucessor de Martinho Lutero, argumentou que todos os Pais da Igreja concordavam com Agostinho e ensinavam que o mal no coração é pecado, e não uma realidade neutra.² As confissões protestantes, luteranas, reformadas, anglicanas e batistas, concordavam que o pecado original e tudo o que ele produz é pecado moralmente culpável.³
Mas hoje alguns evangélicos de destaque usam retórica vazia para ensinar contra as Escrituras.
Retórica vazia
Em 2011, Tim Keller ensinou: "A heterossexualidade não leva você para o céu; então, como é que a homossexualidade pode mandar você para o inferno?"⁴
[Nota do editor da Christ Over All: Os comentários públicos de Tim Keller sobre a homossexualidade são problemáticos. Em alguns casos (aqui e aqui), ele minimiza a pecaminosidade da homossexualidade, e em outros é mais claro. Esse comentário de Keller é um movimento retórico que não mostra com clareza o que 1 Coríntios 6.9-11 ensina, a saber, que os que praticam a homossexualidade não herdarão o reino de Deus (assim como todos os que, sem arrependimento, se entregam às outras categorias de injustiça ali listadas). No entanto, como membro da comissão interina de sete pessoas sobre sexualidade humana da Igreja Presbiteriana na América (PCA), Keller afirmou claramente a pecaminosidade do desejo homossexual no relatório final da comissão. Somos gratos por suas declarações claras sobre o tema no contexto desse relatório e gostaríamos que Keller tivesse um histórico mais claro em seus comentários públicos sobre a questão.]
Depois, em 2014, Preston Sprinkle ensinou que a atração pelo mesmo sexo "inclui um desejo virtuoso de intimidade, no sentido de Davi e Jônatas, ou de Jesus e João, com pessoas do mesmo sexo".⁵ Hoje ele ensina que existe um desejo mau anterior à lascívia que nem sequer é pecado, e que a atração pelo mesmo sexo se enquadra nessa categoria.⁶
Em 2015, Wesley Hill ensinou que a atração pelo mesmo sexo pode ser separada da atração sexual pelo mesmo sexo. A atração pelo mesmo sexo pode ser santificada se for direcionada para uma amizade piedosa com pessoas do mesmo sexo, mas da atração sexual pelo mesmo sexo é preciso se arrepender.⁷ Ele também argumentou que a atração pelo mesmo sexo é a busca da beleza do mesmo sexo.⁸
Em 2015, Sam Allberry ensinou que ele "experimenta atração pelo mesmo sexo", uma simples tentação, indesejada e não escolhida, que não é pecado.⁹ E, em 2019, ensinou que a atração pelo mesmo sexo é "a capacidade de sentir atração por pessoas do mesmo sexo", o que não seria pecado.¹⁰
Expondo a retórica vazia com retórica vazia
Cada um desses homens usa a mesma tática para ensinar falsamente: a retórica vazia, um truque de prestidigitação eisegético. É fácil expô-los se usarmos a retórica deles substituindo-a por outros pecados menos aceitos hoje:
A Keller, alguém poderia dizer: "Ser homem ou mulher não leva você para o céu; então, como é que a transgeneridade pode mandar você para o inferno?". Ou: "A heterossexualidade não leva você para o céu; então, como é que o 'interesse sexual pedofílico' pode mandar você para o inferno?".¹¹
A Sprinkle: "O 'interesse sexual pedofílico' inclui um desejo virtuoso de intimidade, no sentido de Jesus e as crianças" (Mt 19.14). Ou: "Todo ato abusivo começa com uma orientação ou um impulso anterior ao abuso que não é pecado".
A Hill: "O racismo pode ser separado em amor pela própria raça e ódio pelas outras raças. O amor pela própria raça pode ser santificado se for direcionado ao amor ao próximo, mas do ódio pelas outras raças é preciso se arrepender". Ou: "A pedofilia pode ser separada em atração pedofílica e 'interesse sexual pedofílico'. A atração pedofílica pode ser santificada se for direcionada para orientar ou ajudar crianças, mas do 'interesse sexual pedofílico' é preciso se arrepender".
A Allberry: "Eu experimento atração homicida, e isso não é pecado se eu não me submeter a ela". Ou: "Ter a capacidade de ser tentado a abusar de alguém não é pecado".
Cada um desses homens ensinou ou ensina que existe em nosso coração uma inclinação neutra, anterior à lascívia, voltada para o pecado, mas que em si mesma não é pecado. Assim, em vez de enviar os pecadores a Cristo para se arrependerem do pecado pela raiz, usam a retórica para retirar a culpa, o que, é claro, não retira a culpa de ninguém. Os que adotam essa retórica nunca se arrependem do pecado pela raiz, e isso os mantém continuamente enredados no pecado.
O remédio para esse falso ensino é o mesmo desde que o diabo usou retórica vazia no Jardim, dizendo: "É assim que Deus disse...?" (Gn 3.1-6): ouvir a palavra de Deus, crer nela, recebê-la e fazer de coração o que ela diz, pelo Espírito Santo, por meio do Filho, para o Pai.
Para refutar Keller, Sprinkle, Hill e Allberry, considere as palavras de Jesus em Mateus 5.27-30 e as de Tiago em Tiago 1.13-15.
Expondo a retórica vazia com as Escrituras: Mateus 5.27-30
Exegese: contexto
Em Mateus 5.27-30, Jesus pregou:
Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela. Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para o inferno.
O contexto de Mateus 5.27-30 é o "Sermão do Monte", em que Jesus corrigiu os ensinos dos fariseus. Seu objetivo não era revogar nem corrigir a lei, mas cumpri-la (Mt 5.17-20). Nada da lei passará "até que tudo se cumpra" (Mt 5.18).¹²
Jesus cumpre a lei por meio de seu ensino correto e de sua obediência perfeita, de coração. Ele é o alvo da lei.¹³ Assim, para seguir os ensinos de Jesus, seus ouvintes precisam guardar a lei perfeitamente, cada "i" e cada "til", excedendo a justiça dos fariseus (Mt 5.19-20).¹⁴ Mas só Jesus excede a justiça deles; portanto, precisam confiar somente nele para salvá-los.
Exegese: comentários
Mateus 5.27. Em Mateus 5.27, Jesus disse: "Ouvistes que foi dito: Não adulterarás". Ele citou o sétimo mandamento para repreender um ensino farisaico segundo o qual apenas o ato exterior de adultério é pecado, e não a lascívia interior. O propósito da lei não era apenas proibir o ato pecaminoso, mas também o desejo interior de pecar, como fica evidente no décimo mandamento: "Não cobiçarás" (Êx 20.17).
Mateus 5.28a. Então Jesus disse: "Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura". Ele reivindicou uma autoridade maior que a dos fariseus ao repreender qualquer forma de intenção impura, inclusive os pensamentos.¹⁵ Suas palavras precisam ser entendidas tendo como pano de fundo o fato de que ele é o alvo da lei. O padrão de Jesus não é o falso ensino dos fariseus, mas a obediência perfeita à lei de Deus, de coração. Ele não repreendeu apenas a lascívia consciente, mas qualquer forma de lascívia, estabelecendo um padrão que só ele poderia cumprir, tanto no ensino quanto na inclinação, no pensamento e na ação obedientes.
Mateus 5.28b. Em seguida, Jesus afirmou que o homem que olha para uma mulher com intenção impura "no coração, já adulterou com ela". Obviamente, olhar para uma mulher não é pecado. Mas olhar para uma mulher que não é sua esposa com desejo sexual no coração é pecado moralmente culpável. Usando as mesmas palavras gregas da Septuaginta, a tradução grega do Antigo Testamento, Jesus interpretou o sétimo mandamento, contra o adultério, à luz do décimo, contra cobiçar a mulher do próximo.¹⁶
Ele expôs a condição do coração de seus ouvintes. Eles não podem cumprir a lei porque seu coração é mau. Só os limpos de coração verão a Deus (Mt 5.8). Mesmo que repreendam a intenção impura em seu coração, o fato de ela ter brotado do coração revela que não são puros e não podem cumprir a lei. Só Cristo pode, e só pela graça de Deus, por meio de Cristo, seus discípulos podem ser moralmente puros nele.¹⁷
Mateus 5.29-30. Por fim, Jesus reforçou seu ponto argumentando: "Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para o inferno". Cristo falou, de forma hiperbólica, em eliminar a carne que tenta: arrancar o melhor olho, fonte do olhar mau e lascivo, e cortar a melhor mão.¹⁸
Jesus foi ainda mais claro numa passagem semelhante, Mateus 18.7-9, quando ligou o mandamento contra fazer tropeçar diretamente ao ato de fazer a si mesmo tropeçar. Ele mandou cortar a carne que tenta, mas isso não é mais radical do que sua advertência ao homem que faz tropeçar os seus discípulos: melhor lhe seria ser afogado na profundeza do mar (Mt 18.6).¹⁹ Venha a tentação de dentro ou de fora, os seguidores de Cristo devem rejeitá-la de modo radical, a fim de rejeitar também o inferno.
Em resumo, Cristo repreendeu a justificação passiva que seus ouvintes davam ao pecado em seu coração.²⁰ Ao declarar adúltero apenas o ato exterior, os fariseus declaravam passivamente que a lascívia em seu coração cumpria a lei. Do mesmo modo, os que argumentam que somente os pensamentos lascivos escolhidos são adúlteros estão declarando passivamente que os pensamentos lascivos "não escolhidos" cumprem a lei, excedem a justiça dos fariseus e imitam a Cristo, já que ele é o alvo da lei.
Expondo a retórica vazia com as Escrituras: Tiago 1.13-15
Exegese: contexto
Outra passagem que ensina que a inclinação contrária à lei é pecado moralmente culpável é Tiago 1.13-15: "Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte". Para entender o contexto de Tiago 1.13-15, é preciso entender Tiago 1.2-12: as provações e as provas vêm de Deus para o nosso bem.
Exegese: comentários
Tiago 1.13a. Tiago iniciou sua discussão sobre a tentação com: "Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus". Embora Deus prove o seu povo ao longo das Escrituras, trazendo-lhe várias provações (Abraão e Isaque em Gn 22.1; Israel em Jz 2.22), ele não lhes dá as tentações pecaminosas que brotam do coração deles durante essas provações. O propósito de Deus nas provações é sempre fortalecer a fé deles (Tg 1.2-4); já o propósito da tentação interior é sempre matar quem é tentado.²¹
Tiago 1.13b. Depois, Tiago explicou melhor por que Deus não tenta: "porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta". Como Deus é perfeitamente bom e santo, não pode desejar nada contrário à sua natureza. Se ser tentado pelo mal comprometeria a natureza santa de Deus, então ser tentado pelo mal comprometeria também a natureza de Cristo e a natureza de toda a humanidade.
Tiago 1.14. Em seguida, para esclarecer ainda mais a diferença entre Deus e o homem pecador, Tiago escreveu: "Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz". A humanidade não pode culpar Deus quando é tentada pelo pecado, porque é ela mesma que se tenta. A culpa é só dela. A palavra traduzida por "cobiça" na ARA (e por "desire", desejo, na ESV, a versão inglesa usada pelo autor), epithymias,²² pode ter sentido neutro, mas, quando o contexto é negativo, refere-se à lascívia ou ao "desejo carnal e ilícito". O contexto é claramente negativo.²³
Tiago queria que seus leitores soubessem que Deus não é a fonte de suas tentações, mas que é a própria cobiça deles que os atrai e seduz. As provas e provações podem ser recebidas como ocasiões de alegria, pois produzem "perseverança" e, por fim, perfeição (Tg 1.2-4), mas as tentações interiores vêm somente de um coração pecador e terminam em morte; devem ser rejeitadas como inimigas.²⁴
Tiago 1.15. Por fim, Tiago comparou o desenvolvimento humano ao crescimento do pecado, do começo ao fim: "Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte". O ponto de Tiago não é que o pecado só leva à morte quando "consumado", nem que a tentação só leva ao pecado quando "concebe". O pecado sempre leva à morte.²⁵ E o pecado, ou o ato de tentar a si mesmo, começa no coração do indivíduo.²⁶
Tiago argumentou que são os indivíduos, e não Deus, os responsáveis pela cobiça, pelos pensamentos e pelas ações pecaminosas que terminam em morte.²⁷ Ele escreveu algo semelhante em Tiago 4.1-2: "De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne? Cobiçais e nada tendes; matais, e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras". A palavra "cobiçais" (epithymeite) em Tiago 4.2 é aparentada com a palavra "cobiça" (epithymias) em Tiago 1.14.²⁸ Havia uma guerra travada dentro dos ouvintes, e seus desejos pecaminosos eram inimigos deles mesmos e também do restante da igreja.²⁹
Voltando a Tiago 1.15, se alguém argumenta que Tiago deu a entender que o desejo pecaminoso não é pecado, também precisa argumentar que ele deu a entender que o pecado só leva à morte quando "consumado".³⁰ Mas o ponto de Tiago era que a tentação interior sempre leva à morte se não houver arrependimento.³¹ A imagem é a de três pessoas, pois a tentação "atrai e seduz", "concebe", "cresce e morre".³² Ele descreveu o ciclo de vida do pecado, em que a cobiça só pode gerar segundo a sua natureza: pecado e morte. Portanto, o objetivo de Tiago é incentivar seus ouvintes a se arrependerem da fonte do pecado e da morte em sua vida: sua cobiça. Se os cristãos detiverem os desejos pecaminosos antes que possam conceber, impedirão que o pecado cause dano a eles e aos outros.
Tiago conclui essa seção com Tiago 1.16-18, reiterando seu ponto de Tiago 1.2-13: de Deus para o homem só vêm dons bons e perfeitos, e não tentações interiores para pecar. A cobiça não é dom de Deus ao homem; tentar a si mesmo é obra exclusiva do homem pecador. A tentação interior é sempre cobiça e, portanto, é sempre pecado.
Conclusão
Em Mateus 5.27-30, Jesus nos ensinou que qualquer impulso sexual em relação à mulher de outro homem é adultério. Deus não exige apenas ações santas, mas também corações santos (Mt 5.8). Jesus nos ensinou a reagir drasticamente às tentações interiores (Mt 18.7-9), e não a rotulá-las de "pré-lascívia", "neutras" ou "não pecado". Segundo Jesus, elas são cobiça da raiz ao fruto, da semente à ação.
Do mesmo modo, Tiago nos ensinou que, embora as provações venham de Deus para o nosso bem, nosso coração produz desejos contrários à lei, que nos atraem e seduzem para o pecado consciente e para a morte. O começo do pecado não é a pré-lascívia, mas a cobiça. E essa cobiça só pode produzir o que está de acordo com a sua natureza: pecado e morte. Ela não é neutra e não pode produzir santidade nem nada que agrade a Deus.
Ao contrário da retórica vazia de Keller, Hill, Allberry e Sprinkle, toda inclinação contrária à lei em nosso coração é cobiça, somos responsáveis por ela, e só Cristo pode nos salvar dela. Mas o primeiro passo para nos arrependermos dessa cobiça é concordar com Deus que ela é pecado. Precisamos chamar a semente do pecado de "pecado", como fazem Jesus e Tiago. Só então começaremos a nos afastar da cobiça em nosso coração e a deixá-la sem alimento, até que seja mortificada (Rm 8.13; Cl 1.12-17).
A retórica vazia não pode tirar o seu pecado, mas Cristo pode. Você vai se arrepender e crer nele? Ou vai confiar na retórica vazia para tirar o seu pecado?
Notas
¹ Agostinho, "Unfinished Work in Answer to Julian", em Answer to the Pelagians, 3, parte 1 – Livros, vol. 25 de The Works of Saint Augustine: A Translation for the 21st Century, ed. John E. Rotelle, trad. Roland J. Teske (Hyde Park, NY: New City Press, 1999), 427.
² Filipe Melanchthon, "The Apology of the Augsburg Confession", em The Book of Concord: or, The Symbolical Books of the Evangelical Lutheran Church, ed. Henry Eyster Jacobs (Filadélfia: General Council Publication Board, 1916), 81-82.
³ Ver Jared Heath Moore, "On Concupiscence, The Roman Catholics Rejected Augustine and The Reformed Tradition Followed Augustine", em A Biblical and Historical Appraisal of Concupiscence With Special Attention to Same-Sex Attraction (tese de doutorado, Southern Baptist Theological Seminary, 2019), 77-129.
⁴ Robert A. J. Gagnon, "Rev. Tim Keller's Disappointing Comments on Homosexuality (with Postscript)", 14 de setembro de 2012.
⁵ Preston Sprinkle, "Is Same-Sex Attraction Sinful?", 1º de dezembro de 2014.
⁶ Preston Sprinkle, "Sexuality", em Upside-Down Kingdom Bible (Grand Rapids, MI: Zondervan, 2024), 31.
⁷ Wesley Hill, Spiritual Friendship: Finding Love in the Church as a Celibate Gay Christian (Grand Rapids: Brazos Press, 2015), 80-81.
⁸ Hill, Spiritual Friendship, 80-81.
⁹ Sam Allberry, "Our Desires, Our Selves: An Interview with Sam Allberry", Modern Reformation, 21 de agosto de 2015.
¹⁰ Sam Allberry, "Is Same Sex Attraction a Sin?", RZIM HQ, 18 de abril de 2019.
¹¹ O atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria se refere à pedofilia, em sua raiz, como "interesse sexual pedofílico" e diz que isso não é um transtorno. American Psychiatric Association, Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 5ª ed. (DSM-5) (Washington, DC: American Psychiatric Association, 2022), 793.
¹² Donald A. Hagner, Matthew 1–13, Word Biblical Commentary 33A, ed. Bruce M. Metzger, David A. Hubbard, Glenn W. Barker (Grand Rapids: Zondervan, 2000), 106.
¹³ David L. Turner, Matthew, em Baker Exegetical Commentary on the New Testament, ed. Robert W. Yarbrough e Robert H. Stein (Grand Rapids: Baker Academic, 2008), 164.
¹⁴ Hagner, Matthew 1–13, 106.
¹⁵ William Perkins, The Workes of that Famovs and Worthy Ministry of Christ in the Univerfitie of Cambridge, M. W. Perkins, the third and last volume (Londres: John Haviland, 1631), 54. Ver também João Calvino, Commentary on the Harmony of the Evangelists, Matthew, Mark, and Luke, vol. 1 de Calvin's Commentaries, trad. William Pringle (Grand Rapids: Baker Book House, 1996), 290-91.
¹⁶ Turner, Matthew, 170.
¹⁷ R. C. H. Lenski, The Interpretation of St. Matthew's Gospel (Minneapolis: Augsburg Publishing House, 1964), 226. Ver também Heinrich August Wilhelm Meyer, Critical and Exegetical Hand-Book to the Gospel of Matthew, ed. Frederick Crombie e William Stewart, trad. Peter Christie (Nova York: Funk & Wagnalls, 1884), 130.
¹⁸ Hagner, Matthew 1–13, 120-21.
¹⁹ Turner, Matthew, 438.
²⁰ Hagner, Matthew 1–13, 121.
²¹ Douglas J. Moo, The Letter of James, The Pillar New Testament Commentary (Grand Rapids: Eerdmans, 2000), 72-73.
²² Barbara Aland et al., eds., Novum Testamentum Graece, 28ª ed. rev. (Stuttgart: Deutsche Bibelgesellschaft, 2012), 686.
²³ Moo, The Letter of James, 74.
²⁴ Craig L. Blomberg e Mariam J. Kamell, James, Zondervan Exegetical Commentary on the New Testament (Grand Rapids: Zondervan, 2008), 67.
²⁵ Ralph P. Martin, James, Word Biblical Commentary 48 (Waco, TX: Word Books Publisher, 1988), 36-37.
²⁶ Dan McCartney, James, Baker Exegetical Commentary on the New Testament (Grand Rapids: Baker Academic, 2009), 106.
²⁷ Moo, The Letter of James, 75. Moo escreve: "O máximo que podemos dizer é que Tiago, como outros autores judeus e cristãos, quer colocar a responsabilidade pela tentação e pelo pecado diretamente sobre os ombros de cada ser humano".
²⁸ Aland et al., eds., Novum Testamentum Graece, 691.
²⁹ Moo, The Letter of James, 181.
³⁰ Aland et al., eds., Novum Testamentum Graece, 686.
³¹ Martin, James, 37.
³² Martin Dibelius, A Commentary on James, ed. Helmut Koester, trad. Michael A. Williams (Filadélfia: Fortress Press, 1975), 92-93.
Publicado originalmente em inglês na Christ Over All: Empty Rhetoric Cannot Save You From Your Sin: A Critique of Keller, Hill, Allberry, and Sprinkle. Traduzido e republicado com autorização.


